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Esta sexta-feira

A Biblioteca Municipal convidou, no âmbito da atividade de serviço educativo de continuidade “ O Baú das Histórias “, o escritor figueirense Afonso Cruz a realizar sessões com alunos das escolas do 1º CEB do concelho.

Assim, na próxima sexta-feira, no Auditório Municipal, pelas 14H vai realizar-se a primeira sessão e, pelas 15h30, no Núcleo Museológico do Mar, a segunda.

As sessões são gratuitas, contudo sujeitas a inscrição prévia: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


À noite, pelas 21H, e excecionalmente a uma sexta-feira, o autor que para além  de ter títulos de literatura infantil publicados, também escreve para o público mais

adulto, irá estar na Biblioteca Municipal para participar na sessão da Comunidade de Leitores, e falar do seu mais recente romance “Flores”, «um livro narrado na primeira pessoa, o romance desenrola-se em torno das questões da memória e da identidade, mas a conversa leva-nos ainda para a rotina, que também emerge nas suas páginas».

“Flores”: um livro que «tem coisas mais próximas da minha vida do que outros que escrevi», já confessou Afonso Cruz.

Notícia - Edição de 20 de Janeiro de 2016

A Escola Secundária c/ 3.º CEB de Cristina Torres leva a efeito a 25.ª edição do Prémio Literário Cristina Torres, que visa incentivar os jovens estudantes para a escrita e homenagear, ao mesmo tempo, a patrona da escola.

A iniciativa, já com grande tradição, envolve toda a comunidade escolar do concelho, estando aberta à participação (nos respetivos escalões) a todos os alunos que se encontrem matriculados no presente ano letivo nas escolas do concelho.


O concurso contempla o texto verbal nas modalidades de poesia ou prosa e/ou trabalho não verbal para o caso específico do escalão A. Os trabalhos concorrentes (sob pseudónimo) deste ano devem subordinar-se ao tema: “Nas asas do vento”. O prazo de entrega termina a 8 de abril.

Os alunos interessados podem obter mais informações e regulamento através do email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Notícia - Edição de 20 de Janeiro de 2016

«Esta candidata não é afetiva a fingir»

quinta, 21 janeiro 2016 15:46 Publicado em Política

Maria de Belém “puxa dos galões” da sua atividade social para dizer que sempre esteve atenta às preocupações da população. «Os problemas do país não se conhecem apenas do alto das Torres de Marfim. Como dizia Agostinho Silva, o problema em Portugal são as elites porque desistiram de ouvir o povo. Comigo não é assim e nunca foi. Sempre tive tempo para escutar as pessoas e não é forçado.

Não é para me tirarem uma fotografia», palavras da candidata à presidência da República no almoço de apoiantes que teve lugar num restaurante em Buarcos, no passado domingo. 


Em mais uma “alfinetada” à concorrência, disse ainda que as pessoas sentem afeto nesta candidatura, «mas esta candidata não é afetiva a fingir, é genuína».

No seu discurso, entre outros aspetos, falou da importância do presidente da República fazer diplomacia científica «porque precisamos ser conhecidos por um país que faz bem, para atingirmos lugares cimeiros de prestígio». Aliás, defende o conhecimento como motor de desenvolvimento», com «transferência para as empresas, para empregos de qualidade para que os nossos jovens, que tiveram que emigrar, possam encontrar oportunidades no país».

Ainda sobre os desafios do país, falou da economia social e de enfrentar os problemas demográficos. «É preciso mobilizar os portugueses para lutar pelo seu país e isso faz-se respeitando a Constituição, não interferindo nas competências de outros órgãos de soberania», sustentou.

Excerto da Notícia - Edição de 20 de Janeiro de 2016