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Só na 2.ª parte figueirenses reagiram

quinta, 06 novembro 2014 17:18 Publicado em Desporto

Ginásio, 60 – Dragon Force, 78


Na segunda jornada do campeonato da Proliga, o Dragon Force confirmou, na Figueira da Foz (78-60), o seu favoritismo na prova.


Os portistas, mesmo a jogarem fora, voltaram a mostrar a sua superioridade frente a uma das boas equipas do campeonato da Proliga. A diferença final 18 pontos começou a ganhar forma no quarto inicial, uma vez que os dragões, com um início de jogo arrasador, dispararam de imediato no marcador (22- 6). Os dois períodos seguintes foram bem mais equilibrados (18-15 e 15-11), se bem que o último quarto viria a ter novamente sinal mais dos azuis e brancos (30-21).”

Excerto da Notícia - Edição de 5 de Novembro de 2014

QUIAIOS e o seu potencial turístico

quinta, 30 outubro 2014 12:00 Publicado em Destaques

A praia, a serra, a lagoa, a cascata, o campismo, entre outros equipamentos, fazem de Quiaios uma freguesia de grande potencial turístico. Mas, continua a faltar a circular externa, a ciclovia e a reabilitação da estrada do enforca-cães. A Ronda das Freguesias faz hoje paragem em Quiaios.

Qual o balanço deste primeiro ano de mandato?

Abracei este desafio de alma e coração e tudo o que sai do

coração sai bem. Se dissermos que é fácil, nada é fácil e acho que este

primeiro ano foi de formação. Quando aqui chegamos vimos com

muitos sonhos e vontade de trabalhar e isso ainda não se acabou.

Mas as coisas nem sempre são como estamos a pensar. Temos que

saber contornar o difícil para tornar as coisas mais fáceis…

Fizeram o possível ou gostava que o comboio já fosse a

outra velocidade?

Acho que o comboio vai à velocidade e no ritmo certos. A

equipa que escolhi tem do que se orgulhar. Somos um conjunto

de pessoas com grande capacidade de entrega e ativos. Se me perguntar

se mais alguma coisa poderia ter sido feita, digo que se

calhar não. Temos tentado dar bem-estar e segurança aos que cá

vivem e aos que nos visitam. Queremos uma nova freguesia mais

 solidária, bairrista, dinâmica, limpa e cuidada.


E como é a relação com a oposição?

A oposição é isso mesmo, porque senão chamava-se consenso.

Cada um tem que fazer o seu trabalho. A assembleia funciona

como as nossas casas, para chegarmos a trabalho as coisas têm que

ser discutidas e é para isso que as assembleias são importantes para

haver discussão e pontos de vista diferentes. Claro que gostaria que

as críticas fossem sempre construtivas, não o são sempre. Mas lido

bem com críticas. Não me tiram a vontade de trabalho, pelo contrário,

cada vez tenho mais força para desenvolver mais e melhor

trabalho pela freguesia.

Então e afinal como estão as contas da junta: herdaram

dívida ou não?

Neste momento estamos bem. O que se passava é que havia

dinheiros por receber do PRODER, programa a que a anterior

junta se tinha candidatado e que se tivessem chegado, acredito que

nada ficaria por saldar. Entretanto, essa verba ainda não chegou

mas a junta já conseguiu ultrapassar essas faturas com dinheiro

que recebeu em janeiro da transferência autárquica e graças a um

conjunto de pessoas que tem tido uma entrega desmedida à freguesia

e tem trabalhado por “amor à camisola”, em manutenção,

pintura, carpintaria e outros… muito trabalho que a junta não teve

que pagar para ser feito, o que permitiu irmos aos poucos saldando.

Mas, reitero que considero normal esta situação das faturas.

Excerto da Entrevista a Fernanda Lorigo- Edição de 29 de Outubro de 2014

Secretário-geral do PCP esteve em comício na Figueira da Foz


O estado do país, o orçamento e a política seguida pelos partidos que têm governado estiveram no centro das críticas de Jerónimo de Sousa, no comício, na passada quinta-feira, no auditório do Sítio das Artes, que esteve completamente cheio.


O Secretário-geral do PCP começou por traçar o quadro de um «país em declínio», que vê partir milhares de pessoas, com o ano letivo «comprometido», com cortes na saúde, uma situação «caótica» nos tribunais, com «esvaziamento» do papel da Segurança Social, e onde a «pobreza alastra com o brutal desemprego e os baixos salários e reformas», enumerou. Realçou a «preocupante» dívida externa, a corrupção «a crescer na maior das impunidades» e as «escandalosas negociatas» na banca.

Excerto da Notícia - Edição de 29 de Outubro de 2014