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Vitória contundente da Lista do PS


A lista do Partido Socialista, encabeçada por António Salgueiro, venceu as eleições intercalares na freguesia de São Pedro, realizadas no domingo, obtendo 725 votos. Em segundo ficou a lista do PSD, liderada por João Bertier, com 205 votos, seguindo-se a lista da CDU, encabeçada por Manuela Ramos, com 142 votos e, por último, a lista do PCTP-MRPP, da candidata Maria Isabel Costa, com 19 votos. Assim, o PS elegeu 7 mandatos, o PSD 1 e a CDU 1. Do universo de 2.793 eleitores, votaram 1.132. A abstenção foi, portanto, elevada cifrando-se em 59,5%. Brancos: 17; nulos: 24.


O novo presidente da junta considera o resultado «muito expressivo», agradecendo ao seu «grupo, pelo grande empenho, e ao povo da Cova Gala». Agora é tempo de «unidos, trabalharmos em prol da freguesia de S. Pedro» disse ao nosso jornal, esperando que «seja um mandato tranquilo». Pelo resultado contundente, pela experiência autárquica que tem e pelo «grupo forte» que o acompanha, acredita estarem reunidas «condições para que a freguesia volte a ter credibilidade». De referir que António Salgueiro (53 anos, analista de laboratório) tem 20 anos de vida autárquica, tendo ocupado o cargo de Secretário no executivo presidido por Carlos Simão, entre 1999 e 2013.

Excerto da Notícia - Edição de 22 de Outubro de 2014

Resultado da tese de mestrado de Inês Pinto


A casa do Paço recebeu um colóquio que chamou a atenção para a valorização e proteção do património azulejar e a câmara apresentou o novo catálogo sobre a coleção de Delft.

Quem visitar os azulejos holandeses na Casa do Paço tem agora a possibilidade de adquirir o livro/catálogo que divulga e chama a atenção para a importância deste espólio: uma das maiores coleções de azulejos holandeses de figura avulsa in situ do mundo, produzidos no início do século XVIII, em Roterdão. No lançamento, o vice-presidente da Câmara Municipal salientou que o catálogo vem «preencher uma lacuna para os visitantes, que saiam daqui um pouco perdidos e agora ficam mais elucidados e formados». António Tavares enalteceu ainda o trabalho da autora, a técnica da autarquia Inês Pinto, que se dedicou «de forma apaixonada e entusiástica» à coleção de azulejos. O Catálogo é retirado precisamente da sua tese de mestrado, classificada com 18 valores. Entretanto, o vereador revelou, que depois irá ser editada em livro a vasta tese de Inês Pinto.


A autora realçou também que o catálogo (com preço de 5 euros) presente ser «simples e acessível, uma ferramenta para ajudar o visitante. Pretende acima de tudo ser uma continuação da visita, pois não se consegue encontrar ou ver todos». A Casa do Paço alberga 6.700 azulejos, mais de 60 cenas bíblicas, quase uma centena de paisagens e dezenas de cavaleiros diferentes.

Excerto da Notícia- Edição de 22 de Outubro de 2014

Reunião de Câmara Municipal


Um muro destruído, já há seis semanas, no passeio da marginal, na Av.25 de Abril, junto à escadaria principal de acesso à Praia da Claridade, motivou a participação de Carlos Tenreiro, no período reservado ao público, na reunião de câmara de segunda-feira. A destruição deveu-se a um acidente de automóvel, que levou a que o muro partisse e os escombros que caíram em cima da areia «ainda nem foram removidos», referia Carlos Tenreiro para quem este é um exemplo do «desleixo» do executivo camarário naquela que é uma zona turística da cidade. Além da «imagem degradante», aponta ainda a questão com a segurança, uma vez que «o muro não está sustentado». Carlos Tenreiro chegou mesmo a pedir um orçamento, em que se apurou que o custo da reconstrução do muro «não é tão elevado que a câmara não pudesse arranjar, nem chega a 2 mil euros», salientou.


Carlos Tenreiro, que integra a oposição na Assembleia de Freguesia de Buarcos, criticou ainda a falta de limpeza da Praia da Claridade e as escadarias de acesso à praia «sujas e com ar abandalhado». «O estado da envolvente da praia é lastimável. É preciso fazer qualquer coisa rapidamente, nada futurista, porque a praia definha de ano para ano», disse, apontando ainda baterias aos «barracos», assim classifica o pavilhão multiusos, no parque da Av. de Espanha. «Os equipamentos cumpriram as suas funções enquanto mercado provisório, mas têm um desenquadramento total. Se era para ter fim de pavilhão multiusos então que tivessem pensado noutro aspeto arquitetónico», advogou Carlos Tenreiro.

Excerto da Notícia- Edição de 22 de Outubro de 2014