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5as de Leitura


Como a Alemanha passa de derrotada e destruída em duas guerras mundiais a potência dominante na Europa atual, foi esta a “lição” de história deixada por Fernando Rosas no encontro com os figueirenses, em mais uma edição das 5.as de Leitura.

O historiador, escritor e político começou por confidenciar a sua ligação emocional e familiar à Figueira da Foz, onde vinha sempre passar férias pois a família do pai é da Figueira.

Seguiu-se depois o traçado histórico da Alemanha desde o Tratado de Versalhes, passando pela crise dos sistemas liberais e a crise de 1929 que «leva o fascismo ao poder». «A primeira crise acabou na segunda Guerra Mundial, esta segunda crise não sabemos onde vai acabar», disse.

Fernando Rosas sublinhou ainda que o fascismo chega ao poder na Europa com a «rendição do liberalismo. Com a aliança das velhas oligarquias conservadoras porque o fascismo prometia às classes dominantes resolver o problema da ameaça comunista e socialista». 


Na atualidade, estabelece uma equivalência funcional com a «rendição perante o neoliberalismo». E como o «passado ensina-nos a ler o presente», explicou como por duas vezes os Estados Unidos intervêm para a reconstituição da Alemanha, sendo que, no pós II Guerra Mundial, é a Guerra Fria que dá o mote. A doutrina Truman para a contenção do comunismo, o Plano Marshall, a reforma monetária, a divisão da Alemanha e depois a Conferencia de Londres, em 1953, onde a Alemanha beneficiou de um acordo generoso para a reestruturação da dívida, permitem ao país renascer das cinzas.

Excerto da Notícia  - Edição de 29 de Julho de 2015

Participação no Jamboree Mundial

Um grupo de 27 marinheiros da Frota Poseydon do Agrupamento 235 do Corpo Nacional de Escutas (CNE), da Figueira da Foz, acompanhados por três dos seus dirigentes -– João Garcia, Paula Garcia e Helena Correia - partiu à 1h30 do passado domingo, para participar no 23.º Jamboree Mundial, que este ano terá lugar no Japão e que será subordinado ao tema “WA: um espírito de unidade”.

Após três anos de intensas atividades, com vista à angariação de fundos, sempre com a colaboração muito ativa de pais, familiares e amigos e o apoio constante por parte da Junta de Freguesia de Buarcos e da Câmara Municipal da Figueira da Foz, a possibilidade de concretização do sonho de participação no Jamboree Mundial no Japão (que, à partida, parecia impossível para muitos) tornou-se realidade. Como afirmava Inês Gomes, a mestre da frota, «demos um pontapé no “im-”, de “impossível” e conseguimos tornar este sonho possível».

 


Maior presença nacional será figueirense

Este grupo de jovens não só conseguiu alcançar os seus objetivos, como também veio a dar ao 235 o privilégio de ser o agrupamento português com maior número de escuteiros a participar no encontro do Japão — e o único presente da Junta Regional de Coimbra —, graças ao espírito de união e entreajuda permanente.

Um jamboree mundial é um encontro de escuteiros/escoteiros que se realiza de quatro em quatro anos, sempre em diferentes pontos do mundo. Em 2007, por ocasião da comemoração do centenário do escutismo, o Jamboree teve lugar em Inglaterra. O último, em 2011, foi na Suécia.

Excerto da Notícia  - Edição de 29 de Julho de 2015

Chama-se “Figueira Respira” e é o nome do projeto que vai tentar alterar o panorama da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) na Figueira da Foz. A assinatura do protocolo de colaboração entre as entidades envolvidas no projeto, nomeadamente Administração Regional de Saúde do Centro, Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF), Município da Figueira da Foz e a Novartis, realizou-se no CAE.

O projeto consiste na implementação de um conjunto de iniciativas articuladas entre todas as entidades envolvidas de forma a evitar a progressão da DPOC, sensibilizar a comunidade para a doença, promover a alteração de estilos de vida saudável, aumentar o diagnóstico e melhorar o tratamento para os doentes. 


Este projeto resulta do programa “Boas Práticas de Governação Clínica”, uma iniciativa da Novartis em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, e assenta no envolvimento e articulação entre as várias Unidades de Cuidados de Saúde, profissionais de saúde, comunidade e parceiros, nomeadamente a USF Buarcos, a USF S. Julião, a UCC Farol do Mondego, o Serviço de Pneumologia do HDFF e o município, através do programa municipal “Figueira Cidade Saudável”.

De acordo com dados recentes do Instituto Nacional de Estatística, cerca de 80 por cento dos doentes com DPOC na Figueira da Foz não estão diagnosticados.

Segundo Cristina Campos, diretora-geral da Novartis, os rastreios já iniciaram e dos 181 rastreados, alguns foram considerados doentes.

Excerto da Notícia  - Edição de 29 de Julho de 2015