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QUIAIOS e o seu potencial turístico

quinta, 30 outubro 2014 12:00 Publicado em Destaques

A praia, a serra, a lagoa, a cascata, o campismo, entre outros equipamentos, fazem de Quiaios uma freguesia de grande potencial turístico. Mas, continua a faltar a circular externa, a ciclovia e a reabilitação da estrada do enforca-cães. A Ronda das Freguesias faz hoje paragem em Quiaios.

Qual o balanço deste primeiro ano de mandato?

Abracei este desafio de alma e coração e tudo o que sai do

coração sai bem. Se dissermos que é fácil, nada é fácil e acho que este

primeiro ano foi de formação. Quando aqui chegamos vimos com

muitos sonhos e vontade de trabalhar e isso ainda não se acabou.

Mas as coisas nem sempre são como estamos a pensar. Temos que

saber contornar o difícil para tornar as coisas mais fáceis…

Fizeram o possível ou gostava que o comboio já fosse a

outra velocidade?

Acho que o comboio vai à velocidade e no ritmo certos. A

equipa que escolhi tem do que se orgulhar. Somos um conjunto

de pessoas com grande capacidade de entrega e ativos. Se me perguntar

se mais alguma coisa poderia ter sido feita, digo que se

calhar não. Temos tentado dar bem-estar e segurança aos que cá

vivem e aos que nos visitam. Queremos uma nova freguesia mais

 solidária, bairrista, dinâmica, limpa e cuidada.


E como é a relação com a oposição?

A oposição é isso mesmo, porque senão chamava-se consenso.

Cada um tem que fazer o seu trabalho. A assembleia funciona

como as nossas casas, para chegarmos a trabalho as coisas têm que

ser discutidas e é para isso que as assembleias são importantes para

haver discussão e pontos de vista diferentes. Claro que gostaria que

as críticas fossem sempre construtivas, não o são sempre. Mas lido

bem com críticas. Não me tiram a vontade de trabalho, pelo contrário,

cada vez tenho mais força para desenvolver mais e melhor

trabalho pela freguesia.

Então e afinal como estão as contas da junta: herdaram

dívida ou não?

Neste momento estamos bem. O que se passava é que havia

dinheiros por receber do PRODER, programa a que a anterior

junta se tinha candidatado e que se tivessem chegado, acredito que

nada ficaria por saldar. Entretanto, essa verba ainda não chegou

mas a junta já conseguiu ultrapassar essas faturas com dinheiro

que recebeu em janeiro da transferência autárquica e graças a um

conjunto de pessoas que tem tido uma entrega desmedida à freguesia

e tem trabalhado por “amor à camisola”, em manutenção,

pintura, carpintaria e outros… muito trabalho que a junta não teve

que pagar para ser feito, o que permitiu irmos aos poucos saldando.

Mas, reitero que considero normal esta situação das faturas.

Excerto da Entrevista a Fernanda Lorigo- Edição de 29 de Outubro de 2014

Secretário-geral do PCP esteve em comício na Figueira da Foz


O estado do país, o orçamento e a política seguida pelos partidos que têm governado estiveram no centro das críticas de Jerónimo de Sousa, no comício, na passada quinta-feira, no auditório do Sítio das Artes, que esteve completamente cheio.


O Secretário-geral do PCP começou por traçar o quadro de um «país em declínio», que vê partir milhares de pessoas, com o ano letivo «comprometido», com cortes na saúde, uma situação «caótica» nos tribunais, com «esvaziamento» do papel da Segurança Social, e onde a «pobreza alastra com o brutal desemprego e os baixos salários e reformas», enumerou. Realçou a «preocupante» dívida externa, a corrupção «a crescer na maior das impunidades» e as «escandalosas negociatas» na banca.

Excerto da Notícia - Edição de 29 de Outubro de 2014

Banda figueirense apresentou EP de estreia no Casino


Foi ao som do clássico “Cartas de amor”, de Tony de Matos, que os MIURA subiram ao palco do Casino Figueira, no passado sábado, para a apresentação do seu EP de estreia “Ninguém escreve Cartas de Amor” (gravado, misturado e masterizado entre o Boom Studios e Loudstudio). A banda figueirense contagiou com o seu rock intenso as mais de 200 pessoas presentes que vibraram com temas como “Cerro os dentes”, “Cala a tua boca com a minha”, “Memórias de um homem esquecido” e o tema que dá nome ao EP “Já ninguém escreve cartas de amor”.


A potente voz de Nelson Afonso (Faneca), a guitarra de André Calhau, o Baixo de Nuno Marques (Xixo) e a bateria de Luís Saraiva mostraram que o rock está bem vivo na Figueira da Foz.

Excerto da Notícia - Edição de 29 de Outubro de 2014